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O SISTAR é um dos mais novinhos girlgroups e eu não sei muito mais do que isso sobre elas. Existiu um hypezinho para o debut delas, mas eu sempre achei elas uma misturinha de várias outras que já debutaram antes. Vamos ver o que o single traz.
Here We Come é a típica faixa de introdução. Fierce, upbeat, com um ritmo rápido e sintético, tem apenas um minutinho (e dois segundos) de duração. Como introdução, funciona a seu propósito.
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Mas é Push Push (푸쉬푸쉬) que está sendo promovida sem parar pelas meninas do SISTAR. Com um ritmo super upbeat, com uma batida própria bem interessante, Push Push é uma faixa bem boa. Levanta os espíritos, dá vontade de sair dançando e o auto-tune aqui e ali não impede que os vocais saiam bem bons em sua maior parte. É divertida de ouvir, com suas batidinhas e push push baby~ que me lembram funk de vez em quando — enfim, Push Push é uma ótima faixa de debut. Eu gosto bastante.
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Já Oh Baby é a faixa mais românticazinha do single. Bem R&B, gosto das ‘palmas’ no instrumental, que dá um feel mais live à música. O instrumental é cheio de sintetizadores, mas dá para ouvir uma melodia de piano lá no fundo liderando o ritmo. É docinha, romântica e cor-de-rosa sem ser diabética. Um amor de música.
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Apesar de serem só três músicas — Here We Come quase não conta, é muito pequena — acho que o SISTAR teve um bom começo. Não tão marcante ou inovador, talvez, mas bom de qualquer jeito. Elas ainda precisam achar um caminho próprio só delas no meio desse mar de girlgroup, mas acredito que os próximos lançamentos já vão começar a delinear essa linha para elas.