Lembrando que sugestões e pedidos — álbuns recentes ou antigos — podem ser feitos lá no fórum!

Revolution foi um álbum docinho que não fugiu muito do que o KARA já tinha f
feito com Pretty Girl e Honey — apesar de, mesmo assim, ser um tremendo upgrade. Mister foi um completo sucesso ano passado com a famosa butt dance, mas parece que houve uma mudança completa de concept para Lupin e elas voltam mais maduras… talvez. Ainda não sei, não ouvi nenhuma das faixas — só vi as fotos! Então, aqui vamos (espero estar certa).

Tasty Love abre o mini-álbum com uma vibe cute, mas que — sei lá o que acontece comigo! — eu gostei bastante. É cute, mas não dá diabetes instantânea. Apesar de seu instrumental bastante sintético e pseudo-videogamístico, acabei gostando de Tasty Love. Fofa, divertida, upbeat, é uma típica música de menininha. Bateu um pouco com o concept mais dark das fotos, mas nem me importei. O rap é um amor, a faixa não enjoa e as guitarrinhas deram um toquezinho glamour no final. Adorei mesmo!

Forte, diferente, puxando para o lado mais dark e misterioso, temos 루팡 (Lupin). Vou me aventurar e dizer que tem toques do jpop? Lupin tem um instrumental que acompanha muito bem essa vibe misteriosa e obscura, e, apesar de mais puxado para o sintético, ele é complementado com umas guitarras, violinos no final e uma batida mais club. We opening new doors, new show, new world, new control — a mudança foi super bem-vinda, meninas. Lupin é uma faixa upbeat, empolgante, que traz na raíz o ladrão Arsène Lupin e a elegância e audácia com a quais ele cometia seus crimes. Eu já amei.

Achei que Umbrella fosse seguir a linha dark, mas ela tende para um lado mais… old school, com um instrumental meio misturinha de trompetes com uns arranjos mais sintéticos. Vou ser sincera e dizer que achei meio deslocada e confusa. Acredito que só gostei mesmo do minúsculo rap. Me lembra uma OP de Sakura Card Captors com meninas de uniforme fazendo bolo com seu guardião mágico e… okay. Passo.

Rollin’ já é mais minha praia. Um instrumental suuuper leve de violão com uma percussãozinha nos versos, complementado por uma batidinha mais sintética durante os refrões. Como Umbrella, tem um feel mais old school e as vozinhas de bebê podem ser meio chatinhas — mas eu amei! Rollin’ é adorável, apesar de ser completamente aleatória e sem sentido (rolling cake? rolling kiss?! rolling dance?!?!1) aos meus ouvidos, se tornou imediatamente uma das favoritas. A simplicidade do instrumental mais acústico super me conquistou e as vozinhas com auto-tune meio que encaixaram perfeitamente no pacote. Mas acho que é aquela típica música 8 ou 80 — vai ter gente amando (eu!) e gente odiando (resto da população mundial).

Lonely, faixa que fecha o mini, puxa para o lado mais romântico do R&B, com seu instrumental simplório de violões, percussão e estalar de dedos, que ganha algum complemento durante o refrão. Balada midtempo, é suave, leve, quase cremosa — se é que isso existe. Não traz inovações ou tanta originalidade assim, mas gostei muito dela. Segue com a vibe mais old school, mas isso só deixa a faixa mais atraente e gostosa de ouvir. Uma graça.

Lupin é um ótimo mini, com mais variedade e estilos distintos do que aquela coisa auto-tunada de sempre — ou seja, ponto positivo para elas. Super adorei todas as faixas tirando Umbrella, que podia cair fora. Não chega aos pés de First Blooming — que ainda é meu lançamento favorito delas — mas Lupin é ótimo, mais elegante e menos infantil, e o fofismo até chega a ser adorável. Claro, quem ouvir pensando só no conceito dark misterioso, vai detestar. Esquecendo tudo isso, o mini é super bom de ouvir, não enjoa como uma Pretty Girl ou Honey da vida– graças a Deus!

9 + 9,5 + 6 + 10 + 9,5 = 44 / 5 = 8,8